Amigdalectomia é a cirurgia de retirada das amígdalas palatinas — aquelas duas estruturas localizadas na parte posterior da garganta, uma de cada lado da úvula.
É uma das cirurgias mais realizadas na otorrinolaringologia. Quase todo mundo conhece alguém que “tirou as amígdalas”.
Mas apesar de comum, não é uma cirurgia banal.
As três principais indicações são:
Saiba mais sobre cada indicação:
Tecnicamente, é uma cirurgia de execução relativamente rápida.
Mas o que define sua qualidade não é o tempo cirúrgico — é o manejo do pós-operatório.
Costumo dizer aos meus pacientes:
Entre as cirurgias que realizo, é uma das de menor tempo operatório e de maior tempo de recuperação.
O risco mais temido da amigdalectomia é o sangramento pós-operatório.
Ele pode ocorrer em qualquer momento após a cirurgia, mas tem maior incidência entre o quinto e o décimo dia.
Na maioria das vezes, o sangramento é pequeno e autolimitado.
Em uma minoria dos casos, pode ser necessária reavaliação hospitalar e, raramente, reintervenção cirúrgica.
Por isso, essa é uma cirurgia que exige:
Cirurgia segura não termina no centro cirúrgico.
Apesar dos desafios do pós-operatório, é uma cirurgia extremamente satisfatória quando corretamente indicada.
Ela pode:
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